Do Começo ao Fim: uma história de amor que o brasileiro nunca viu

O filme Do Começo ao Fim, produção brasileira que estreou Novembro agora, parece ser um filme bem bacana, embora eu mesmo ainda não tenha assistido. Conta a história de dois irmãos, Francisco (João Gabriel Vasconcellos) e Thomas (Rafael Cardoso), que se apaixonam incondicionalmente um pelo outro; ou seja, tem homossexualidade e incesto, mas não, não é um filme pornô.

Para se ter uma idéia, o elenco conta com Fábio Assunção e Júlia Lemmertz, já conhecidos do público. O longa é o terceiro do diretor Aluizio Abranches e teve um orçamento na média dos R$ 2 milhões, com cenas gravadas no Rio e em Buenos Aires.

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Confira a sinopse:

1986 Thomás nasce com os olhos fechados e assim permanece durante várias semanas. Julieta, sua mãe, não se preocupa e diz que quando o filho estiver proto, quando ele quiser, ele abrirá os olhos. Foi assim, nos primeiros dias de vida que Thomás aprendeu o que era livre arbítrio. Um dia, sem mais nem menos, Thomás abre os olhos e olha direto para Francisco, seu irmão de 5 anos.

1992 Julieta é uma mulher e uma mãe amorosa. É médica de um hospital e trabalha no setor de emergência. É casada pela segunda vez com Alexandre, pai de Thomás. Pedro, seu primeiro marido e pai de Francisco, mora na Argentina. Julieta e ele continuam bons amigos. Durante a infância, os irmãos são muito próximos, talvez próximos demais, segundo Pedro, que passa uma temporada com eles em Buenos Aires.

2008 Anos mais tarde, quando Francisco tem 25 anos e Thomás 20, Julieta morre. Os irmãos se tornam amantes e vivem uma extraordinária história de amor.

O que chama a atenção são os assuntos abordados. Incesto já cabreiro, e homossexualidade, então, é assunto de piada e chacota no Brasil. No que pode dar um filme que centraliza os dois temas, então ? Pelo visto, uma ótima produção. Em entrevista para a RG Vogue, João Gabirel diz que não encarou como uma história de incesto homossexual, que sempre viu o filme como uma história de amor. “O clima sempre foi muito bom ali, sem preconceitos ou grandes questões morais. Beijo na boca? Tem. Cena de sexo? Não, é tudo mais implícito”, afirma Vasconcellos.

Esse é um daqueles filmes que tem que ter “cabeça” pra assistir, e parece ser um dos melhores que o nosso cinema produziu esse ano. Esse eu quero ver :D.

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