O adeus de um mito

Aos 34 anos, cercado pelos filhos, Ronaldo, um dos maiores nomes do futebol brasileiro, deu adeus a uma carreira brilhante em campo. Com a derrota ainda vívida na pré-Libertadores e as dores causadas pelas inúmeras lezões, além do hipotireoidismo, o camisa 9 do Corinthians deu seu depoimento para a imprensa no CT do clube nesta segunda-feira, para emoção da nação brasileira.

Pessoalmente, pelo  histórico único em campo e vários títulos alcançados, eu agradeço por todos os gols feitos pela seleção brasileira, e por ter inspirado tantos outros a seguirem o caminho do esporte, merecendo mais do que muitos o título que lhe foi dado: FENÔMENO !

E agora, para o futuro, desejo boa sorte e sucesso na vida de empreendedor, pra que possa seguir servindo de exemplo de superação.

E para vocês, uma crônica de um típico fã:

Um ídolo brasileiro
por Hyago Otto

Sgunda feira, 14 de fevereiro de 2011… Para muitos um dia qualquer, mas não foi!

Foi o Dia em que Ronaldo Nazário de Lima deu adeus ao futebol. O Maior atacante de todos os tempos, um exemplo de atleta e pessoa. Que surgiu do nada, em pouco tempo conquistou o mundo. Com tantos problemas, contusões que insistiam tirá-lo do futebol, coitadas, elas vinham desavisadas, ou eram extremamente insistentes, não sabiam quem é Ronaldo que voltava cada vez mais forte.

Ele deu voltas e voltas por cima! Três vezes o melhor do mundo (se não fossem as contusõs, me arrisco a dizer que passaria de 5), foi a 4 copas, venceu duas, uma delas deu ao Brasil praticamente sozinho.

” Goleador nato, habilidoso, craque, gênio, monstro?”, dispensa conceitos banais. Jogador equivalente a Pelé e Maradona, ainda que ‘intocáveis’. O maior artilheiro da história das copas. Jogador assim? Pode até haver, um dia, quem sabe, mas como dizem os torcedores do próprio Real Madrid: “Ronaldo? Só existe um, e é brasileiro!“. E eu tenho muito orgulho disso !

Ele se junta a Airton Senna do automobilismo, a Guga no tênis, e outros idolos do Brasil que podem ser contados nos dedos. Você que conquistou o mundo, que fez uma guerra parar, que mostrou que com persistência alcançamos o céu. Com humildade, nos fez chorar, soube reconhecer sua derrota, perdeu pro próprio corpo. Simplesmente, cansou! Ou diríamos, passou a bola… algo que ele sempre soube fazer muito bem.

O discurso de ‘derrotado’ não pega bem em você, que é o antônomo disso. O Brasil está com você! Provavelmente haverá um jogo de despedida da seleção, e é pouco por tudo que você foi, é, e sempre será. Mas é fato que sentiremos saudade de vê-lo jogando, sorrindo, lutando…Saudade de vê-lo carregando a camisa verde e amarela no corpo, como se fosse sua segunda pele, saudade de ouvir os narradores gritando “gol, RRRRRRRonaldinho!”, assim como ouvimos centenas de vezes. Você fez sua parte, e a parte de muitos outros. Se cada um tivesse um pouco de Ronaldo, o mundo seria bem melhor.

Muito Obrigado Ronaldo Nazário de Lima, Ronaldo jogador, Ronaldo pessoa.

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