Categoria: Esporte

Já conhece Vinicius e Tom, os mascotes olímpicos do Rio 2016?

Todo grande evento esportivo tem mascotes que representam os valores e características do seu país sede, e os dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro são a cara do Brasil. Mas você já sabe quem são os mascotes do Rio 2016?

A Globo apresentou para o Brasil, no Fantástico do dia 23 de novembro de 2014, os dois mascotes oficiais dos Jogos, que só foram batizados no dia 14 de dezembro seguinte, como Vinicius e Tom, após uma votação que decidiu entre as opções Oba e Eba e Tibatuque e Esquindim – uma decisão sensata, não é mesmo? Os nomes são uma clara homenagem a dois importantes artistas brasileiros, os mestres da Bossa Nova Vinícius de Moraes e Tom Jobim, autores conjuntos da clássica Garota de Ipanema.

Os mascotes ganharam uma animação no Cartoon Network Brasil, chamada Vinicius e Tom – Divertidos por Natureza

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Conheça Wenlock e Mandeville, os mascotes dos Jogos Olímpicos de Londres

Eles já estão definidos como mascotes das Olimpíadas de Londres desde 2010, mas com a proximidade dos Jogos eles tem se tornado cada vez mais populares. Escolhidos pelo Comitê Organizador, os cromados Wenlock e Mandeville fogem a linha comum dos mascotes baseados em animais locais, focando nas características urbanas de Londres, e ainda têm uma história cheia de personalidade!

Segundo o próprio Sebastian Coe, presidente do Comitê, ambas as mascotes “são feitas de duas gotas de aço, vindoas de uma viga que se encontra no estádio olímpico.  Eles deverão ligar os jovens ao esporte e, além disso, contar a história dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos”. Continuar lendo “Conheça Wenlock e Mandeville, os mascotes dos Jogos Olímpicos de Londres”

O fiasco brasileiro na Copa América

Muita expectativa para ver como a Seleção de Mano Menezes iria se sair na estréia da Copa América, na terra dos hermanos, contra a Venezuela. O que a gente não esperava é que a partida fosse ser um fiasco. Até eu, que não sou um expert em futebol, percebi o mal desempenho dos jogadores brasileiros (apesar dos esforços do Mano em dizer que a culpa foi campo).

Muito topete pra pouca ação

Nem Pato, nem Ganso, nem siriema Neymar conseguiram salvar o jogo, que terminou em 0 a 0 e foi se arrastando desde o início da partida, que, pra variar, começou a atrasada. No segundo tempo, ainda tínhamos que ver o Brasil correndo o risco de levar gol, graças ao ataque venezuelano, que decidiu reagir. Inspirado nos adversários, o Mano também decidiu fazer alguma coisa, e colocou o Fred em campo, que só contribuiu com a beleza mesmo, e depois mais duas alterações, que não adiantaram em nada.

De modo geral, a partida teve seu lado bom. Como nenhum brasileiro fez gol, não corremos o risco de ver nenhum deles fazer a ridícula dança do João Sorrisão pra América inteira ver e matar o país de vergonha alheia, e ainda conseguimos colocar o “Cala Boca Galvão” de novo nos TT do Twitter graças a suas pérolas, como o “Neumar” pronunciado na narração da Globo (que eu só vou poder conferir no YouTube, já que felismente pude assistir a partida no SporTV).

E pra proporcionar os melhores momentos do jogo, um cachorrinho entrou em campo e fez questão de atravessar o gramado de ponta a ponta, pra alegria do público.

Agora, a Seleção vai enfrentar o Paraguai no sábado, as 4 da tarde, e vamos ver se nossos jogadores reagem, porque não duvidem amigos leitores, se eles repetirem o mesmo desempenho de hoje, não vamos passar nem da fase dos grupos.

O adeus de um mito

Aos 34 anos, cercado pelos filhos, Ronaldo, um dos maiores nomes do futebol brasileiro, deu adeus a uma carreira brilhante em campo. Com a derrota ainda vívida na pré-Libertadores e as dores causadas pelas inúmeras lezões, além do hipotireoidismo, o camisa 9 do Corinthians deu seu depoimento para a imprensa no CT do clube nesta segunda-feira, para emoção da nação brasileira.

Pessoalmente, pelo  histórico único em campo e vários títulos alcançados, eu agradeço por todos os gols feitos pela seleção brasileira, e por ter inspirado tantos outros a seguirem o caminho do esporte, merecendo mais do que muitos o título que lhe foi dado: FENÔMENO !

E agora, para o futuro, desejo boa sorte e sucesso na vida de empreendedor, pra que possa seguir servindo de exemplo de superação.

E para vocês, uma crônica de um típico fã:

Um ídolo brasileiro
por Hyago Otto

Sgunda feira, 14 de fevereiro de 2011… Para muitos um dia qualquer, mas não foi!

Foi o Dia em que Ronaldo Nazário de Lima deu adeus ao futebol. O Maior atacante de todos os tempos, um exemplo de atleta e pessoa. Que surgiu do nada, em pouco tempo conquistou o mundo. Com tantos problemas, contusões que insistiam tirá-lo do futebol, coitadas, elas vinham desavisadas, ou eram extremamente insistentes, não sabiam quem é Ronaldo que voltava cada vez mais forte.

Ele deu voltas e voltas por cima! Três vezes o melhor do mundo (se não fossem as contusõs, me arrisco a dizer que passaria de 5), foi a 4 copas, venceu duas, uma delas deu ao Brasil praticamente sozinho.

” Goleador nato, habilidoso, craque, gênio, monstro?”, dispensa conceitos banais. Jogador equivalente a Pelé e Maradona, ainda que ‘intocáveis’. O maior artilheiro da história das copas. Jogador assim? Pode até haver, um dia, quem sabe, mas como dizem os torcedores do próprio Real Madrid: “Ronaldo? Só existe um, e é brasileiro!“. E eu tenho muito orgulho disso !

Ele se junta a Airton Senna do automobilismo, a Guga no tênis, e outros idolos do Brasil que podem ser contados nos dedos. Você que conquistou o mundo, que fez uma guerra parar, que mostrou que com persistência alcançamos o céu. Com humildade, nos fez chorar, soube reconhecer sua derrota, perdeu pro próprio corpo. Simplesmente, cansou! Ou diríamos, passou a bola… algo que ele sempre soube fazer muito bem.

O discurso de ‘derrotado’ não pega bem em você, que é o antônomo disso. O Brasil está com você! Provavelmente haverá um jogo de despedida da seleção, e é pouco por tudo que você foi, é, e sempre será. Mas é fato que sentiremos saudade de vê-lo jogando, sorrindo, lutando…Saudade de vê-lo carregando a camisa verde e amarela no corpo, como se fosse sua segunda pele, saudade de ouvir os narradores gritando “gol, RRRRRRRonaldinho!”, assim como ouvimos centenas de vezes. Você fez sua parte, e a parte de muitos outros. Se cada um tivesse um pouco de Ronaldo, o mundo seria bem melhor.

Muito Obrigado Ronaldo Nazário de Lima, Ronaldo jogador, Ronaldo pessoa.