Parabéns, Antoni Gaudi!

Muitos fãs de arquitetura comemoram hoje o 160º aniversário do nascimento do catalão Antoni Gaudi, um dos maiores arquitetos da história. Nascido em Reus, Catalunha, na Espanha, em 25 de junho de 1852, Gaudi foi batizado como Antoni Plàcid Gaudí y Cornet, e apesar de ter vindo de uma família pobre, sempre se interessou por arquitetura, tanto que nunca chegou a se casar, dedicando-se totalmente a profissão.

A maior parte de seus projetos foram executados em Barcelona e arredores, marcando profundamente a paisagem urbana da cidade com seu estilo único. Até hoje, seus palácios e templos se destacam de todo o resto, graças a complexidade de suas formas.

Como sofria de reumatismo, Gaudi não podia acompanhar as crianças na maioria das brincadeiras, e suspeita-se que foi apartir daí que ele começou a  observar a natureza e suas formas, uma inspiração determinante para as suas obras. Além da influência orgânica, seus trabalhos também levavam elementos da arte gótica, medieval e árabe.

Com sua visão distinta que incorporava elementos da natureza, religião e cultura catalenha, Gaudi surpreende até hoje com a magnificência de suas obras. Sempre atento aos detalhes, seus prédios são cheios de terraços e varandas salientes, trabalhados em curvas e projeções, com decoração mourisca.

É algo que não dá pra esquecer ou confundir com outros estilos.

Sua maior obra conhecida é Templo Expiatório da Sagrada Família, um projeto colossal da qual se dedicou de 1915 até a sua morte. Entre outros trabalhos estão a Casa Batló, a Casa Calvet e a Casa Vicens.

Fotos da Sagrada Familia, por dentro e a sua fachada!

Gaudi morreu no hospital em 1926, rodeado de amigos, devido a um atropelamento por bonde. Seu corpo foi enterrado nas criptas da própria Sagrada Familia.

Seu legado artístico, no entanto, vive e surpreende até hoje à todos que conhecem sua obra.

Via Huffington Post.

Fotos: Bikes and BooksSalvador Badiella, profzucker, Jim Anzalone, puroticorico,  dinoboy e bastique.

Eles já estão definidos como mascotes das Olimpíadas de Londres desde 2010, mas com a proximidade dos Jogos eles tem se tornado cada vez mais populares. Escolhidos pelo Comitê Organizador, os cromados Wenlock e Mandeville fogem a linha comum dos mascotes baseados em animais locais, focando nas características urbanas de Londres, e ainda têm uma história cheia de personalidade!

Segundo o próprio Sebastian Coe, presidente do Comitê, ambas as mascotes “são feitas de duas gotas de aço, vindoas de uma viga que se encontra no estádio olímpico.  Eles deverão ligar os jovens ao esporte e, além disso, contar a história dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos”. Read the rest of this entry »

Muitas vezes os singles que surgem nas paradas dos mais ouvidos são canções interpretadas por artistas pouco conhecidos mundialmente, cuja popularidade se concentra na sua própria região. E este é o caso da linda Carly Rae Jepsen, que está estourando nas rádios brasileiras com seu hit Call me Maybe, que provavelmente você já ouviu por aí, mas até agora não sabia quem diabos canta.

Pois então: Quem é Carly Rae Jepsen ?

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Depois da primeira temporada épica exibida o ano passado, a HBO estreou a continuação de Game Of Thrones em uma premiére mundial, na qual o Brasil estava incluído. 

   Baseado no segundo livro da série As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martim, intitulado no Brasil de A Fúria dos Reis, a nova temporada conta com cenários incríveis e impecáveis, ótimas atuações e uma excelente narrativa, tendo tudo para ser mais inesquecível que a primeira.

   Com novos personagens e núcleos incluídos, o episódio de estréia teve um ritmo mais rápido, que permitisse exibir todas as intrigas na qual o mundo de Westeros está incluída: as tramas de Stannis Baratheon para recuperar o Trono de Ferro com a ajuda de sua sombria sacerdotisa Melisandre de Ashai, a luta dos Starks contra os Lannister, as dificuldades de Daenerys Targaryen e seus dragões do outro lado do Mar Estreito e, principalmente, o reinado de Rei Jofrey, que se mostrou ainda mais impiedoso do que no fim da temporada anterior.

   Alguns fãs podem ter não gostado do pouco destaque dado aos Starks, a Tyrion Lannister, que agora é a Mão do Rei, ou ao bando de novos recrutas que se encaminha para a Muralha, mas á de se admitir que as suas cenas não deixaram a desejar em nenhum momento. Quanto a ausência dos Greyjoy das Ilhas de Ferro e do novo Reino de Renly Baratheon, só nos resta crer (e torcer) que terão um papel mais importante nos próximos episódios que se aproximam.

Cenas favoritas: frustada por não controlar mais o filho, Cersei Lannister acabou por lhe enfiar a mão na cara na frente dos súditos na Sala do Trono e quase ser sentenciada a morte. Foi bom ver que nem ela está salva da imaturidade de seu filho para governar. A cena de Robb Stark e Jaime Lannister juntos com o lobo também foi interessante.

Piores cenas: com o fim espetacular da primeira temporada, a participação de Daenerys e seu khalasar neste episódio deixou a desejar. Poderia ter ganhado um pouco mais de espaço.

Perspectiva: os próximos episódios devem focar na guerra entre os novos Reis de Westeros, focando na lealdade dos aliados de cada governante e suas armas para tomar o poder. O inverno e a chegada de Daenerys ao continente devem demorar um pouco mais.

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